The Burning Plain (2009)

Outubro 21, 2009

Gimme a P! Gimme an R! Gimme an E! Gimme a T! Gimme an E! Gimme an N! Gimme a S! Gimme an I! Gimme an O! Gimme an S! Gimme an O! Gimme PRETENSIOSO!! The Burning Plain insinua a sua aparente fixeza com uma temática trágica e forte drama familiar, mas rapidamente se revela um fraco wanna-be mixer de dor, dureza e tragédia interior.

4/10

Nota: queridos, queridos Babel e 21 Gramas

Chéri (2009)

Outubro 19, 2009

Após a visualização de Chéri, restam as seguintes sensações:

- um filme que foi feito para a Michelle Pfeiffer ter algo que fazer;

- não me sinto de todo diferente (aliás, estou um pouco zangada por ter perdido uma hora  e meia);

- que sotaques eram aqueles?

- ok, já existiam cougars no princípio do século passado, e então?

Desrecomendo vivamente.

5/10

Los Abrazos Rotos (2009)

Setembro 23, 2009

cartel-los-abrazos-rotosQuando se é espectacularmente bom a fazer filmes, se se faz um apenas bom, vai-se notar. Penélope Cruz brilha, invariavelmente,  e as eternas temáticas almodovarianas – emancipação feminina e chapadas na cara das heroínas – estão lá. Infelizmente, estão lá também duas horas de filme, num ritmo não tão louco como a história pedia.
Nao deixa, no entanto, de ser um bom filme, digno da compra de um bilhete.

7/10

Inglorious Basterds (2009)

Agosto 28, 2009

Este filme é tudo o que se pode esperar de um filme de Tarantino e ainda mais. Num (já) habitual clima de violência desenfreada sem moderação e humor macabro delish!, Tarantino apresenta uma história muito bem trabalhada, com personagens desenvolvidas e comicamente marcantes e com performances soberbas de, por exemplo, Diane Kruger e Christoph Waltz.

Não desiludirá os fãs incondicionais. Perfeitamente colocado (pelo meus companheiros de cinema) ao lado de um Kill Bill e abaixo de um Pulp Fiction.

quase-9/10

***SPOILER****

PS: finalmente alguém com coragem para matar a porra do H.!!

Adventureland (2009)

Agosto 26, 2009

Um filme que retrata muitíssimo bem: a awkwardness que é ser-se jovem, não se saber o que fazer ou que caminho seguir, a preguiça e os amores do Verão. Adventureland é um post-teen flick muito divertido, querido e perfeito para ver agora (portanto, não na Primavera, como foi nos US, nem no Inverno, como certamente será por cá – para ver agorinha, no calor febril (not so much) do Verão).

PS: será possível não adorar a K-Stew?

8/10

Public Enemies (2009)

Agosto 26, 2009

Lembro-me de que gostei do filme na altura. Lembro-me que não fiquei abismada, nem adorei o Dillinger tanto quanto pensei que iria adorar. Culpa de quem? Não sei. Lembro-me também de que não gostei dos planos agitados (câmara a correr com as personagens) e de que achei apenas leve piada aos inúmeros MEGA grandes planos. Lembro-me que achei agradável ver, mais uma vez, o querido Christian. Lembro-me que, no dia seguinte, já quase não me lembrava do filme.

6/10

I Love You, Man (2009)

Agosto 1, 2009

Uma comédia genuinamente divertida, com piadas parvas e referências actuais qb.

Para quem gosta dos filmes de Judd Apatow (The 40 year old virgin, Knocked up) e de How I Met.

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Para não variar, Charlie Kaufman escreveu mais um argumentozinho (e se há altura em que este -zinho é completamente irónico, é esta) mirabolante, começando num ponto e acabando noutro completamente distante e incrivelmente sombrio e, sadly, real. Um filme que começa por parecer algo pequeno e pessoal, mas que, no final, se descobre que é um projecto ambicioso e forte causador de uau!s pelo que nele se faz, diz e retrata.

Um filme para quem adorou Adaptation (não basta ter gostado do ESOTSM)

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Emily Blunt brilha fortemente e ofusca o pequeno namorado da Deus-Keira-Que-Ela-Não-Deixe-de-Comer Knightley aka Rupert Friend e o seu hediondo fake sotaque alemão, neste filme que de potencial tinha imenso, mas que de qualidade concreta e palpável saiu magro (direi, aliás, quase tão magro como a namorada do Rup).

Numa frase: podia ter sido muito bom, saiu eehhh…

***

De vez em quando chega um livro extremamente interessante, com personagens trabalhadas e divertidas e aventuras complicadas e obscuras. De vez quando esse livro é transformado num filme e sai algo quase melhor e muito superior a quaisquer expectativas que se pudessem ter formado.

Assim é o Harry Potter 6. Com um argumento altamente divertido, actores que melhoram ano após ano e reflectem sem qualquer imperfeição as características das Senhoras Personagens que interpretam, efeitos visuais incrivelmente estimulantes e um perfeito encaixe dos momentos mais negros que na saga vão surgindo, este filme merece um forte aplauso e uma vénia de corcunda.

Agradará até aos fãs mais exigentes.

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